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Consultoria HACCP em Leiria

Consultoria HACCP em Leiria

Muitas são as empresas da área de consultoria HACCP em Leiria que o podem apoiar, muito para além do consultor, é importante que a pessoa que o ajuda nesta tarefa o entenda, compreenda os seus problemas e o consiga ajudar. Para quem trabalha no campo, esta tarefa fica facilitada.

 

Porquê contratar consultoria HACCP em Leiria?

Somos uma consultora HACCP com mais de 10 anos de experiência a operar na área, em diversas zonas do nosso país.
Oferecemos apoio personalizado e adequado ao nosso cliente, apoiando-o em todos os processos que necessita, desde a formação dos colaboradores à elaboração do seu dossier (se pretender em formato papel).

 

Porquê contratar consultoria HACCP em Leiria, com o apoio da aplicação S@RA?

Muito para além de todo o apoio técnico, que o nosso profissional lhe poderá atribuir.
Poderá ainda contar com o apoio da nossa amiga S@RA, permitindo-lhe deste modo:
– Fazer os seus registos de forma fácil e confortável.
– Ter acesso aos seus dados em qualquer lugar por qualquer equipamento.
– Não perde a sua informação, porque não recorremos a papel.
– Analisa e acompanha em tempo real a motivação e empenho da sua equipa.
– Não haverá mais falhas, acabando-se o esquecimento de preenchimento dos registos do HACCP.
– Terá acesso reservado e protegido à documentação do seu estabelecimento.

 

Quer saber mais?

Contate-nos…

Leia mais sobre:

O que é o HACCP?
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Livro de Reclamações Eletrónico

Este artigo é meramente informativo. A nossa empresa não faz parte da entidade que gere o livro de reclamações eletrónico. Para mais informações deve contactar o INCM, ou o suporte do livro de reclamações eletrónico através do endereço lre.suporte@incm.pt


O Decreto-Lei n.º 74/2017, de 17 de junho, veio alterar o regime jurídico do livro de reclamações físico (em papel) e criar o livro em formato online (livro de reclamações eletrónico), por uma alternativa ao formato físico que continuará a dever ser disponibilizado em todos os estabelecimentos.

O livro de reclamações eletrónico ou livro de reclamações online entrou em vigor no dia 1 de julho de 2017 sendo, na 1ª fase, aplicável apenas aos serviços públicos essenciais (água, eletricidade, gás, comunicações eletrónicas e serviços postais).

Nos termos do artigo 9º do citado Decreto-Lei, no próximo dia 1 de julho de 2018, iniciar-se-á a disponibilização do livro de reclamações eletrónico para as demais atividades económicas, desencadeando assim a 2ª fase de implementação da ferramenta.

Adaptação ao livro de reclamações eletrónico

Considerando o elevado número de operadores económicos e a diversidade de atividades económicas envolvidas, o relatório intercalar da Direção-Geral do Consumidor sobre a implementação do Livro de Reclamações Eletrónico concluiu que para garantir a correta adaptação ao novo formato, a 2ª fase deverá decorrer entre 1 de julho de 2018 e 1 de julho de 2019. Tal significa, que os operadores económicos irão dispor de um período de um ano para se adaptarem ao novo formato do livro de reclamações.

Sobre o site do livro de reclamações eletrónico ou livro de reclamações online

O livro de reclamações eletrónico está disponível em www.livroreclamacoes.pt.

Ai poderá pedir informações, fazer a sua reclamação e pedir informação prática.

A implementação da 2ª fase do livro de reclamações eletrónico, de acordo com a Direção-Geral do Consumidor:

  • Entre 1 de julho de 2018 e 1 de julho de 2019, todas as entidades reguladoras dispõem de um período de um ano para se adaptarem/conectarem ao novo formato do livro de reclamações. Cada entidade reguladora, em momento oportuno, determinará o processo mais adequado para o registo dos seus operadores económicos regulados.
  • Os operadores económicos que exerçam atividades fiscalizadas pela ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ex. comércio a retalho; conjuntos comerciais; comércio, manutenção e reparação de velocípedes, ciclomotores, motociclos e veículos automóveis novos e usados; restauração ou/e bebidas; lavandaria, limpeza a seco e engomadoria; cabeleireiro, beleza ou outros de natureza similar; tatuagens e colocação de piercings; manutenção física, independentemente da designação adotada; reparação de bens pessoais e domésticos; estudos e de explicações; funerários; prestamistas), dispõem, a partir do próximo dia 2 de julho, no sítio da internet www.livroreclamacoes.pt , de uma área específica, onde poderão, de forma simples e rápida, registar-se, sendo-lhe atribuído, a título gratuito, um lote de 25 reclamações eletrónicas.

Registo do operador económico na plataforma do livro de reclamações eletrónico

Para efeitos desse registo, disponível a partir de 2 de julho, é necessário preencher um conjunto de campos, num formulário eletrónico, onde se inclui obrigatoriamente um endereço de e-mail da empresa/operador económico.  Para este efeito, deve seguir os passos e instruções constantes no esquema apresentado no seguinte link.

Siga aqui o passo-a-passo para efetuar o seu registo

Após o registo na plataforma, será concedido um acesso ao um Backoffice onde estarão disponíveis algumas funcionalidades. Destas funcionalidades, destacamos a consulta e atualização do estado das reclamações recebidas.

As empresas que disponham de sistemas próprios de suporte ao tratamento de reclamações, poderão utilizar um serviço standard de webservices para importação das reclamações da plataforma. Devendo para o efeito contactar a Imprensa Nacional Casa da Moeda através do Helpdesk.

A Direção-Geral do Consumidor e a Imprensa Nacional Casa da Moeda disponibilizam, a partir de 2 de julho, um Helpdesk, cujos contactos são divulgados em www.consumidor.gov.pt.

(Fonte: Direção-Geral do Consumidor)

Sabia mais sobre o Livro de Reclamações eletrónico ou online:

Decreto-Lei n.º 74/2017
www.livroreclamacoes.pt
www.consumidor.gov.pt

Poderá gostar de ler sobre:

Simplex – Simulador de Fiscalização
Fim do Certificado VERDORECA
Certificado Ponto Verde 2018

PorAngela Leal

SIMPLEX | Informação Contraordenacional Económica mais acessível

Desde o dia 01 de março de 2018, o Balcão do Empreendedor passou a disponibilizar a ferramenta “Simplex”, referente às Contraordenações Económicas da competência da ASAE.

 

Quem desenvolveu a plataforma Simplex?

A plataforma foi criada pela AMA em colaboração com a ASAE.

 

Objetivos da plataforma Simplex?

A plataforma veio facilitar o acesso dos operadores económicos a um conjunto de informação sistematizada relativa às infrações de natureza económica e respetivas coimas, com indicação dos limites mínimos e máximos das mesmas.

 

O que nos trás de novo?

Nela será possível encontrar toda informação contraordenacional por tema ou subtema, ou por infração. Podendo ainda, verificar os limites das coimas aplicáveis às diversas infrações de cariz económico.

(Fonte: ASAE)


Leia mais:

Simulador de Fiscalização
Ferramenta “Contraordenações Económicas” no Balcão do Empreendedor
PorAngela Leal

Certificado Ponto Verde 2018

A nova licença de atividade da Sociedade Ponto Verde, em vigor desde 1 de janeiro de 2017 e o Decreto-Lei 152-D/2017 publicado em 12 de dezembro, trouxeram alterações que têm impacto nas obrigações dos operadores económicos nesta matéria, no preenchimento da declaração anual relativa às embalagens colocadas no mercado nacional em 2017 e na emissão do Certificado Ponto Verde.

Alterações mais importantes do Certificado Ponto Verde:

A Sociedade Ponto Verde, com o objetivo de ajudar os seus clientes a manterem-se atualizados e a cumprirem as suas obrigações legais, elaborou o documento onde são enumeradas as alterações mais importantes:

  • A marcação das embalagens passa a ser facultativa a partir de 1 de janeiro de 2019.
  • A contribuição financeira estimativa de 2018, que vai ser emitida no decurso deste ano não irá contemplar a parcela relativa ao valor da utilização da marca Ponto Verde.
  • A Declaração Anual relativa a 2017, tem o prazo de entrega até 15 de março de 2018.

(Fonte:GSR/SPV)

Sabia mais sobre as alterações ao “Certificado Ponto Verde” em:

Certificado Ponto Verde

PorAngela Leal

Informação a Comunicar ao Consumidor

A plataforma “ Comunicar ao Consumidor ” disponibiliza gratuitamente ao agente económico os dísticos de informação ao consumidor necessários ao exercício da sua atividade. A utilização desta plataforma é muito simples:

1- Identifique o seu tipo de estabelecimento.

2- Preencha a informação dos vários dísticos (obrigatórios e facultativos) que lhe forem sugeridos.

3- Construa o seu painel e edite a disposição dos vários dísticos à sua escolha.

4- Proceda à impressão do painel à escala de 100% ou disponibilize permanentemente o painel em formato eletrónico.

5- Afixe o painel gerado de forma visível e legível no seu estabelecimento.

Nota: Esta plataforma não dispensa o agente económico de se certificar que está em cumprimento da legislação em vigor.

Sabia mais sobre a Plataforma “Comunicar ao Consumidor” em:

www.comunicarconsumidor.gov.pt

PorAngela Leal

Fim do Certificado VERDORECA

Desde o dia 1 de Janeiro de 2018, ditou-se o fim do Certificado VERDORECA. Deixando assim, de ser necessário aderir a um sistema próprio para a gestão das embalagens usadas de águas, cervejas e refrigerantes para poder comercializar estas bebidas, para consumo no estabelecimento.

A consequência desta nova facilidade é a extinção automática do contrato e respetivo certificado VERDORECA, que deixa de ser obrigatório para quem comercializava alguma das 3 bebidas referidas, em embalagens de tara perdida, mantendo-se a obrigação da separação de todos os resíduos de embalagem, produzidos no vosso estabelecimento.

Certificado VERDORECA

Legislação sobre Certificado VERDORECA

Esta alteração legal resulta da publicação a 5 de Dezembro de 2017 do Decreto-Lei n.º 152-D/2017 de 11 de Dezembro que alterou o regime jurídico da gestão de resíduos de embalagens, com implicações na atividade da Sociedade Ponto Verde. Este novo Decreto-Lei revogou a Portaria 29-B/98 de 15 de Janeiro.

A revogação da Portaria 29-B/98 é positiva para o setor HORECA, uma vez que permite a livre escolha do tipo de embalagem para cada uma das 3 bebidas que pretendem comercializar nos estabelecimento, sem necessidade de procedimentos administrativos adicionais.

Mantém-se em vigor a responsabilidade legal da separação de todos os resíduos dentro do vosso estabelecimento, de acordo com o ponto 5 do Artigo 126º do Decreto-Lei n.º 10/2015 de 16 de Janeiro, que é o diploma do Regime Jurídico de Acesso e Exercício de Atividades de Comércio, Serviços e Restauração.

(Fonte:GSR/SPV)

Sabia mais sobre o Fim do Certificado VERDORECA em:

Decreto-Lei n.º 152-D/2017

Sociedade Ponto Verde

PorAngela Leal

Desinfetantes Autorizados em Estabelecimentos Agroalimentares

Por questões de segurança, nos estabelecimentos agroalimentares alguns desinfetantes não são permitidos, conheça quais os Desinfetantes Autorizados em Estabelecimentos Agroalimentares.

 

Desinfetantes autorizados, HACCP

Quem autoriza os desinfetantes utilizados nos estabelecimentos Agroalimentares?

Os desinfetantes utilizados nos estabelecimentos Agroalimentares devem ser autorizados pela DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária).

 

Onde consultar a lista de Desinfetantes Autorizados em Estabelecimentos Agroalimentares?

A DGAV disponibiliza ao público a base de dados de produtos cuja utilização não possui restrições, desde que acauteladas as condições de utilização. Através de uma plataforma de pesquisa, a MedVet, que visa disponibilizar ao utilizador dados relativos produtos.

Os Desinfetantes Autorizados em Estabelecimentos Agroalimentares podem ser consultados através de uma pesquisa na MedVet. Esta pesquisa pode ser efetuada recorrendo a diferentes parâmetros, designadamente pelo nome do produto. Adicionalmente a pesquisa pode também ser realizada através da substância ativa, titular de autorização de introdução no mercado (AIM) ou classificações oficiais e a classificação de Biocidas da Agência Europeia de Químicos.

Consulte a lista de Desinfetantes Autorizados em Estabelecimentos Agroalimentares em: Ver MedVet

PorAngela Leal

Smas de Leiria mais próximo de si

A qualidade da água de Leiria que consome preocupa-o?

O SMAS criou uma aplicação onde poderá validar a qualidade da água de Leiria, que consome.

 

A qualidade da água de Leiria numa App ao seu dispor

Esta app vem dar uma nova confiança ao consumidor de água da rede pública, porque os informa da composição sumária da água que o serve e da percentagem de água segura por zona de abastecimento.

Irá esclarecê-lo sobre questões que habitualmente surgem sobre a água da torneira e que, nas FAQ, são desmistificadas.

 

Sabia mais em: LizAqua

PorAngela Leal

Simplex – Simulador de Fiscalização

O Governo Português tem um grupo de trabalho para coordenar as atividade das várias entidades inspetivas (ASAE, Autoridade para as Condições do Trabalho e Inspeção-Geral de Finanças). Através deste grupo foi lançada uma a plataforma “Simplex – Simulador de Fiscalização” virada para os empresários.

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O que trás de novo o Simplex – Simulador de Fiscalização?

O Simulador de Fiscalização disponibiliza e informa os empresários sobre a documentação que têm de ter em ordem sempre que são sujeitos a inspeções.

Porque foi criado o Simplex – Simulador de Fiscalização?

O Simulador de Fiscalização nasceu para facilitar a vida aos empresários, em particular para os do comércio, restauração e turismo.
A plataforma foi lançada, para que os empresários saibam a documentação que devem ter disponível para consulta.

Mais informação:

Informação Contraordenacional Económica mais acessível

Ver Fichas Técnicas de Fiscalização

Conheça a plataforma Simulador de Fiscalização

PorS@RA

O que é o HACCP?

O que é o HACCPO que é o HACCP?

O que é o HACCP… Esta sigla internacionalmente reconhecida para Hazard Analysis and Critical Control Point ou Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos.

 

Porque a norma HACCP é importante?

O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem na sua base uma metodologia preventiva. Tendo por objetivo poder evitar potenciais riscos que podem causar danos aos consumidores, através da eliminação ou redução de perigos, de forma a garantir que não estejam colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros.

 

Em que se baseia o sistema HACCP?

Baseia-se na aplicação de princípios técnicos e científicos na produção e manipulação dos géneros alimentícios desde”o prado até ao prato”. Este sistema aplica-se a todas as empresas do setor alimentar que se dediquem a qualquer fase da produção, transformação, armazenagem e/ou distribuição de géneros alimentícios.

Segundo os princípios do Codex Alimentarius, a implementação dos princípios HACCP é feita seguindo o fluxo produtivo dos alimentos. Devem identificar-se os perigos associados a cada etapa, determinar os pontos de controlo críticos (PCC) para eliminar/reduzir o risco. E implementados procedimentos para a sua monitorização (limites críticos, vigilância, medidas corretivas), demonstrados através de registos e documentos.

 

O que é o HACCP digital (S@RA)? Conheça-o aqui…